terça-feira, 9 de junho de 2009

Imaginária

No país Imaginária, todas as pessoas tinham de ter no nome Imaginário.
A república chamava-se Imaginatória.
E o Presidente chamava-se Antonimagintório Imaginário.
O presidente Antonimaginatório realizou um baile, pois há muito tempo que não havia um.
Havia um rapaz que nunca, na sua vida, tinha saído à rua e não sabia o que era um baile.
Nem sequer, nome tinha.
Os pais foram ao baile e ele ficou em casa.
Esse tal menino era muito curioso e queria saber o que era um baile.
Escondeu-se no porta-bagagens do carro dos pais e pensou:
“Em 9 anos, nunca vi um baile!”
Levou algum tempo a chegar ao baile.
Lá chegados, o rapaz pôde ver como era o baile por dentro e por fora.
Decorridos treze anos (o rapaz agora já era adulto e tinha vinte e dois anos).
Um dia mais tarde, a mãe disse-lhe que as crianças não podiam sair à rua sem terem um nome. Já estava na altura de o seu filho ter um nome e sair à rua.
O nome escolhido foi Pedrimaginário.
Esse menino tornou-se presidente.
Mudou as regras todas.
Decidiu que todas as crianças deviam ter um nome e podiam sair à rua e ir aos bailes quando quisessem.

Luís Cavaco (5.º A 2008-09) 

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Retrato da minha melhor amiga

Eu tenho uma grande amiga.
Chama-se Thalyta. Tem 11 anos e é muito importante para mim.
Ela gosta muito de ler e escrever.
Além de ser uma pessoa criativa é muito extrovertida.
Tem um rosto suave, olhos e cabelos castanhos, uma boca que solta uma voz que eu quase nem consigo explicar. É uma voz assim doce, nada dura, simpática e alegre e um nariz redondo.
Gosta também de fazer desporto, ler um bom livro de poesia, ouvir música e brincar com os amigos.
Para mim, ela é especial, é uma amiga como nenhuma outra.
Eu adoro-a.
Bárbara Marques (5º A 2008-09)

A minha cadela

A minha cadela chama-se Puma. Ela tem um ano e sete meses de idade.
A minha cadela é muito simpática.
Ela é lavradora arraçada com caniche. Gosta muito de lutar com o filho.
Ofereceram-nos quando ainda era bebé. Ela tinha 2 meses.
Quando ela veio para minha casa, eu, os meus irmãos e os meus pais andávamos sempre com ela ao colo.
Os meus pais não a deixavam levar para a rua, quando ela era bebé. Ela tinha de ficar em casa.
Passado um ano, a minha cadela teve seis filhos. Mas, um morreu quando nasceu.
Outro dos filhos dela, demos à nossa vizinha. É um cachorro preto com as patas brancas.
A comida preferida dela é ração para cão.

João Sousa (5º A 2008-2009)

A bordo da minha caravela

Uma vez, eu e a minha tripulação viajávamos até à Índia para descobrirmos novas terras que dariam importância a Portugal.
Quando íamos para Índia, aconteceram muitas situações imprevistas, a bordo, como o aparecimento de ratazanas na caravela.
No momento em que estávamos a matá-las, uma tempestade enorme veio incomodar a nossa viagem.
Fomos para dentro da caravela, escondermo-nos dos raios da tempestade, que era muito forte. Depois de algumas horas, a tempestade passou,
Continuamos um pouco e descobrimos terra, mas não era a Índia.
Parámos para comer e comprar comida, ficamos lá durante dois dias, para descansar um pouco.
Agradecemos a hospitalidade e seguimos viagem para a Índia.
Desta vez, o resto da viagem foi menos atribulado. Só demoramos cinco semanas a chegar ao destino.
Mamudo Só (5º A 2008-09)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O berlinde

O João era um rapaz que pensava que conseguia fazer tudo melhor que os outros, como por exemplo jogar ao berlinde.
Ele dizia a toda a gente:
- Tu não sabes jogar ao berlinde. Eu jogo melhor do que tu e do que todas as outras pessoas do mundo.
-Tu é que não sabes jogar. Queres apostar que se eu jogasse contigo te ganhava facilmente. - disse o Pedro.
O João aceitou o desafio.
De tarde, eles foram os dois jogar ao berlinde.
O João estava quase a ganhar, quando de repente, começaram os outros meninos a gritar:
- Pedro! Pedro! Pedro!
O João distraiu-se e... perdeu.
- Pois é, perdeste, eu disse que ias perder e acertei.
- Desta vez, conseguiste-me vencer mas a próxima vez vais perder.
- Pois, pois, como se fosse.
Shalana West (5º A 2008-09)

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Golfinho Amarelo

Era uma vez, um golfinho diferente dos outros. Era amarelo.
Todos os outros golfinhos riam-se dele.
Um dia, ele estava num cantinho e apareceu lá uma menina que lhe perguntou:
- O que é que se passa contigo? Estás triste.
- Eu estou triste porque aqueles golfinhos são todos azuis e eu sou amarelo.
- Não faz mal, sabes porquê?
- Não, diz-me lá.
- É porque toda a gente é diferente no seu aspecto e a tua diferença é seres amarelo.
- Obrigado por me dizeres isso, mas os outros golfinhos continuam a rir de mim.
Eles foram ter com os outros golfinhos.
Assim que chegaram, um dos golfinhos disse:
- Olha, olha, está ali o golfinho amarelo! Vamos rir dele.
E começaram todos a rir.
Só que a seguir, apareceram outros golfinhos amarelos e ele já não ficou sozinho.
- Vês, há muitos golfinhos iguais a ti.
- Adeus! Espero ver-te outra vez.
- Adeus e obrigado por tudo o que fizeste por mim.
O golfinho foi-se embora para brincar com outros golfinhos amarelos.
Agora, o golfinho nunca mais vai sentir-se sozinho e de vez em quando ele ainda vê aquela menina que ele conheceu.
Shalana West (5º A 2008-09)

Os meus gatos

Os meus gatos chamam-se

Minus
Tily

e Mitci
Têm os três, 1 ano.
Eu, o meu irmão e a minha mãe fomos um dia a uma quinta e perguntamos a um senhor se ele tinha gatos para vender.
Ele disse que sim e ofereceu-nos dois gatos (o Minus e o Tily).
Nas primeiras duas semanas eles estavam com muito medo e escondiam-se sempre debaixo do armário.
Mais tarde, começaram a sair lá debaixo e a brincar comigo.
Passados dois meses, encontramos mais um gato (o Mitci), estava lá perto da minha casa.
A minha mãe levou-o para dentro e os outros dois gatos tentaram logo apanhá-lo.
Depois, os gatos começaram a brincar todos.
Um dia, levamo-los ao veterinário para ver se estava tudo “OK”. E estava.
Agora todas as manhãs, eu acordo e lá estão os meus três gatos.
Eu adoro os meus gatinhos.
Shalana West