domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sopa de Lentilhas

Era uma vez, uma menina que se chamava Laura. Ela não gostava de sopa de lentilhas, fazia sempre birra para não a comer.
Um dia, a Laura estava na escola e foi ver a ementa. Lá, dizia: “Frango assado com arroz e sopa de lentilhas”.
A Laura, muito rapidamente, disse:
- Sopa de lentilhas! Que horror!
- Eu gosto de lentilhas. Tu não? – Perguntou-lhe a Mariana, uma colega da Laura!
- Eu não gosto. As lentilhas sabem muito mal. – respondeu a Laura.
Na cantina, à hora do almoço, a D. Carlota (Sr.ª da Cantina) entregou-lhe a sopa de lentilhas e o frango com arroz.
A Laura disse:
- Eu não quero a sopa de lentilhas! Só como o frango com arroz.
- Não! Vais comer tudo! Nem que eu te tenha de dar à colher. – Disse a D. Carlota.
A Laura fez birra e não comeu a sopa de lentilhas.
A mãe da Laura teve de ir à escola. Foi até à cantina e encontrou-a num canto, sentada no chão, a chorar.
A mãe pediu-lhe para irem conversar para casa.
Quando a Laura e a mãe chegaram a casa, ela contou-lhe o que se tinha passado na cantina. A mãe explicou-lhe que as lentilhas fazem bem à nossa saúde e que se devem comer muitas vezes.
A Laura ficou muito impressionada ao ouvir a explicação da mãe. A partir desse dia, decidiu que ia passar a comer lentilhas em casa, na escola e em todo o lado.
A Laura experimentou e até gostou.
Agora, já come lentilhas.
Mara Liliana (6ºA 2009-10) 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Extraterrestres na biblioteca

Era Sábado, o Miguel lia na biblioteca um livro, como várias pessoas, também, o faziam.
Ele lia o seu livro, muito sossegado. O título era “Extraterrestres”.
O Miguel achava o livro muito interessante.
Nesse instante, algo aconteceu na biblioteca. Ouviu-se um estrondo.
BUM !
Todas as pessoas que lá estavam fugiram, pensando que era um terramoto, mas Miguel não saiu. Queria ver o que era o estrondo.
Miguel aproximou-se, cada vez mais perto, do fumo que escondia o local donde tinha vindo o barulho. Mas, Miguel, ainda, não via nada. Por isso, decidiu aproximar-se mais um bocado, para ver o que era. Qual não foi o seu espanto. Quando viu sair, de dentro de um estranho disco voador, extraterrestres acabadinhos de chegar ao planeta Terra.
Miguel ficou impressionado. Nunca, tinha visto nada assim.
Os extraterrestres tinham grandes olhos, uma cabeça oval muito grande e eram verdes.
O Miguel gritou muito feliz:
- Uau! Que criaturas fantásticas!
Mas, claro que, os extraterrestres não percebiam o que o Miguel dizia. Por isso, foram-se embora sem nada dizer.Ao partir, deixaram um fio que parecia uma pulseira. Mas, não era uma pulseira real. O Miguel bem tentou devolver a pulseira. Mas, era tarde de mais. Então, o Miguel amarrou o fio no pulso e pensou:
- Esta vai ser a minha recordação de como vi um ET.
O Miguel decidiu então ir para casa. Muito contente, ao passar na passadeira, um carro muito acelerado ia-o atropelando. Então…ele deu um pulo muito grande da cama, e disse muito triste:
- Afinal, foi só um sonho! Nada mais!
Lembrou-se, então, da pulseira que tinha recolhido no encontro com os Extraterrestres. Olhou para o pulso e… a pulseira estava lá.
Afinal, não foi um sonho! Mas sim real.

Mara Resende (6.º A 2009-10)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O TESOURO DO CAPITÃO BESUGO

Há muito tempo atrás, um velho pirata chamado “Capitão Besugo”, encalhou o seu barco na Ponta da Baleeira, situada em Albufeira. Nesse dia de maré de azar, o Capitão Besugo decidiu esconder o seu tesouro num sítio muito discreto onde ninguém o encontrasse, num sítio perfeito.
Muitos anos depois, um rapaz chamado Gonçalo ouve falar na história do Capitão Besugo.
Muito feliz por saber que havia um tesouro na cidade, o Gonçalo liga a três amigos, o Duarte, o Telmo e a Margarida pedindo-lhes para irem rapidamente para a Casa da Árvore, para poderem falar melhor.
Quando estão todos no Forte que é a Casa da Árvore, o Telmo, ansioso pergunta:
-Que se passa? Para nos chamares assim!
-Bem, acho… que existe um tesouro cá em Albufeira! – Disse o Gonçalo
-Existe?! Onde foste buscar essa ideia? – Disse o Duarte.
-Bem… ouvi falar de um tesouro escondido em Albufeira e de um pirata, um tal de Capitão Besugo, acho eu…
Toda a gente ficou curiosa, e foram pondo ideias na mesa, até que a Margarida disse:
-Tive uma ideia… e se visitássemos a biblioteca? Se calhar encontraríamos lá a história do Capitão Besugo.
- Acho uma ideia boa. É melhor irmos já antes que a biblioteca feche.
Apressadamente, correram para as bicicletas e foram direitos à Biblioteca Municipal Lídia Jorge. Quando lá chegaram, decidiram separar-se e procurar o livro do Capitão Besugo.
-Encontrei! Encontrei o livro! – Gritou o Telmo
Foram-se sentar numa mesa e o Gonçalo começou a ler o livro, lá, encontrou um enigma que dizia:

“Numa praia de Albufeira estará
A praia Maria Luísa não será
Muita pedra grande tem ela
E o tesouro está escondido nela.”

-Praia com muitas e grandes pedras! Deve ser a praia da Rocha! Só pode ser isso! – Disse o Duarte
-Esperem ainda tem mais! – Disse o Gonçalo, e imediatamente leu:

“Está muito bem enterrada
Debaixo da maior pedrada
Com pás terás que escavar
Para o tesouro encontrar.”

-Só pode ser a praia da Rocha! Só precisamos de pás para escavar. – Disse a Margarida.
-Esperem! Acho que tenho lá em casa algumas pás! Vou buscar. Esperem aqui! – Disse o Gonçalo.
Quando o Gonçalo voltou, cada um pegou numa pá e foram de bicicleta para a praia, quando lá chegaram, avistaram logo, o ponto mais alto da praia. De imediato, descalçaram os sapatos, e desataram a correr para lá.
-Olhem! Está aqui um X na rocha! Temos que escavar aqui na areia!
De imediato, pularam todos, e começaram a escavar. Escavaram… escavaram… escavaram… até encontrar o tesouro. Felizes, pegaram no tesouro e abriram-no. Com grande espanto viram que lá dentro estava roupa de pirata, e no meio um bilhete que dizia:


O Gonçalo e os seus amigos estiveram muito tempo a brincar com as roupas, até que a Margarida teve a feliz ideia de meter novas roupas dentro do baú do tesouro e enterrá-lo no mesmo local para que outras crianças pudessem descobri-lo, e depois brincar, tal como o Gonçalo e os seus amigos fizeram. E assim foi feito!
Agora sê tu a descobrir o tesouro!
Tiago Jesus (6.º A 2009-10) 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Gustavo, o cabeça no ar

Era uma vez um menino que se chamava Gustavo.
Ele andava na escola como os outros meninos. Quando, o professor o chamava, ele estava sempre a olhar para o céu. Por causa disso, chamavam-no “Gustavo, o cabeça no ar”.
Ele não fazia mal nem a uma mosca, mas era muito distraído. Tinham que estar sempre a chamá-lo à atenção.
No entanto, ele tinha um amigo que o estava sempre a defender.
Ele gostava de uma menina que se chamava Inês.
A rapariga era da sua escola. Era muito inteligente e também gostava dele.
Um dia, juntaram-se na escola e nasceu o romance.
Anos mais tarde, casaram-se e tiveram filhos.
O Gustavo deixou de ser o “cabeça no ar”. Passaram a chamar-lhe apenas Gustavo.

João Marreiros (6.º A 2009-10)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Os Animais

Felizmente, no nosso planeta existem várias espécies de animais. Animais selvagens, animais domésticos, animais grandes, animais pequenos, gordos, magros, com hábitos alimentares diferentes, entre outros. Mas, desde sempre, também existem espécies de animais em perigo de desaparecerem. Uma das maiores razões, para isso acontecer, é culpa do homem.
As construções fazem desaparecer os campos verdes que são os habitats naturais dos animais.
Existe mais poluição, o que também prejudica muito a saúde deles.
Em todo o mundo também existe o tráfego ilegal de animais onde muitos são levados para laboratórios de pesquisa, lojas de animais, jardins zoológicos e circos.
No entanto, existem várias instituições que se dedicam à protecção dos animais, acolhem vários animais abandonados e em muitos casos dão-lhes um lar. São, em maior parte, as famílias com crianças que recorrem a estas instituições. A procura de animais por parte destas famílias normalmente dá-se quando têm filhos únicos e procuram um animal para poderem brincar com o filho, ou simplesmente por terem preferência por um determinado animal.
Os animais de estimação mais escolhidos pelas crianças são na maioria cães e gatos. No entanto, também há famílias que adoptam coelhos, pássaros, papagaios, entre outros, dependendo do gosto de cada um.
Os animais, acima de tudo, devem ser respeitados pois são seres vivos, tal como nós.

Andreia Silva (6.º A 2009-10)

Mudança para o campo

Era uma vez, um rapaz que se chamava Ricardo.
O Ricardo vivia numa cidade onde havia de tudo: centros comerciais, escolas e até hotéis.
Na escola, ele tinha muitos amigos e os professores gostavem dele, porque tinha boas notas.
A sua família estava empobrecida e não conseguia pagar a renda de casa. O pai estava sem emprego porque a empresa onde ele trabalhava faliu.
A família do Ricardo decidiu então comprar uma casa no campo, pois era muito mais barata.
Para o Ricardo, este era o momentos mais triste e difícil da sua vida.
Agora, ele teria de começar uma vida nova.
Fizeram as mudanças. Quando, ele chegou ao campo, disse:
Isto aqui é tudo tão calmo. Não há fumo! Nem carros! Isto é o paraíso!
E a alegria voltou de novo ao rosto do Ricardo.

João Marreiros (6.ºA 2009-10)

domingo, 6 de dezembro de 2009

O Urso Pardo e o Passarinho

Normalmente, o urso Pardo é um mamífero carnívoro que pertence à família dos ursídeos. Mas, este ursinho da minha história é um animal diferente, pois é herbívoro e muito amigo dos outros animais.
O meu urso Pardo, mais conhecido por Nani, vivia com a família numa casinha no bosque.
Era um ursinho muito tímido e por isso não tinha muitos amigos por ali. Andava quase sempre a brincar sozinho.
Numa manhã de inverno, enquanto o pequeno Nani brincava no bosque com a sua colecção de carros, que lhe tinha sido oferecida pela família, avistou várias espécies de aves que cobriam quase todo o céu a andarem sempre na mesma direcção.
Achou aquele acontecimento muito estranho, pois era a primeira vez que via tantas aves juntas, mas continuou a brincar.
De repente, ouviu um barulho vindo de uma árvore. Aproximou-se e viu um passarinho ainda muito pequenino. Parecia que se tinha magoado com a queda.
Então, perguntou-lhe:
- Olá! Estás bem?
- Quem és Tu? Não posso falar com estranhos!
- O meu nome é Nani, e vivo neste bosque com a minha família. E tu? O que te aconteceu?
- Estava a viajar com os meus pais à procura de regiões mais quentes e de repente desequilibrei-me e vim parar a esta árvore. Agora, não sei o que fazer, acho que a minha asa está um pouco ferida. Não consigo mexê-la!
- Se quiseres, eu posso ajudar-te!
- Isso, era bom!
- Espera aqui um pouco. Eu vou buscar uma ligadura para a tua asa ficar boa num instante.
Então, o ursinho deixou o passarinho, por instantes, e foi a casa buscar uma ligadura.
Pé ante pé, para não fazer barulho, entrou na sua casa, pegou na ligadura e foi ter com o passarinho.
Quando chegou ao pé do passarinho, pegou-lhe na sua asa e começou a enrolar a ligadura em volta da asa.
- Então, passarinho como te estás a sentir?
- Olha, já consigo mexer a minha asa. Não sei como te agradecer!
- Não precisas de me agradecer. Vai ter com os teus pais e volta ao vosso percurso.
- Obrigada, por tudo, Nani! Eu pensava que os ursos não eram amigos, mas enganei-me.
E assim, depois de se despedir do Ursinho, voltou para perto dos seus pais. Nani tinha percebido que agora tinha mais um amigo. E, todos os anos, no Inverno, durante a migração, o passarinho passava por ali, para visitar o seu amigo Nani.
Andreia Silva (6.º A 2009-10)