domingo, 30 de janeiro de 2011

Visita a um planeta distante


Era noite cerrada. Eu fui à casa de banho e vi uma luz muito forte. Fui ver o que se passava e… não imaginam o que eu vi!... Um OVNI.
Aproximei-me e vi sair de lá um ET.
Eu perguntei-lhe se era de Marte. Ele disse-me que era de um planeta chamado Bingtoing.
Eu fiquei espantado quando ele me perguntou se eu queria visitar o seu planeta.
Eu disse-lhe, logo, sim. Minutos depois, partimos nós.
Quando lá chegámos, fiquei muito espantado com tudo o que vi. Fizemos uma grande visita ao planeta Bingtoing.
Lá, havia de tudo, pranchas flutuadoras, carros que voavam….era tudo fantástico.
Mas, quando olhei para o meu relógio de pulso, eram já 6 horas e 15. Eu tinha que ir para a escola. O meu amigo ET ficou muito triste por eu ter de regressar ao planeta Terra. Eu disse-lhe que um dia voltaria àquele belo planeta.
E, assim foi, a minha visita ao planeta Bingtoing.
Tomás Valente (5.º B 2010-11)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Retrato


Chama-se Violeta e tem 32 anos. O seu rosto tem o formato redondo, é branco. O seu cabelo é encaracolado, de cor castanha, tal como os seus olhos. O seu nariz tem forma arredondada e gorda. A boca é vermelha, um pouco esticada. As mãos dela são pequenas e muito pálidas.
Quanto à sua voz é um pouco grossa quando se enerva e fininha quando quer algo.
Os seus gostos musicais são a música pop. Gosta pouco de rap.
Gosta muito de ler livros sobre romances.
No caso de filmes, gosta que incluam dragões e ao mesmo tempo princesas.
Nos seus tempos livres, gosta de desenhar o que poderá acontecer no seu futuro e flores. Também desenha cavaleiros com espadas afiadas. Para além de desenhar, nos seus tempos livres gosta de tocar no piano, músicas de Mozart.
Ela também é adepta do Benfica.
Tem uma atitude muito simpática e gestos muito generosos. Tem uma boa maneira de ser. A maior parte das pessoas devia ser assim.
Rita Jacinto (5.º B 2010-11)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A Viagem com a Baleia Guilhermina

A viagem com a baleia Guilhermina foi fantástica. Vivemos uma aventura extraordinária.
Estávamos a passear, eu e a Guilhermina, quando encontramos… sabem quem?
Os amigos golfinhos da Guilhermina: o Aska, o Taxka e a Saramina.
Bem, nunca mais me vou esquecer deste dia.
Nós, os cinco, brincamos, até ficarmos cansados. Saltamos para fora de água (eu tive alguma dificuldade, como não sou peixe) e giramos à volta uns dos outros...
 A seguir, tivemos de enfrentar um enorme polvo. Mas, aquele polvo era esquisito, deitava uma tinta amarelo misturada com cor-de-rosa. Eu vou contar como começou.
Estávamos a comer algas (algo, de que eu não gosto muito de comer), quando o mar, ou seja, o sítio onde nós estávamos, começou a ficar escuro. Depois, o polvo começou a agarrar-nos com muita força.
O melhor foi a baleia Guilhermina conhecer uns tubarões que a ajudavam sempre.
Para isso, ela tocou um búzio do mar para os chamar.
Então, aconteceu a parte que eu mais gostei desta aventura.
Os tubarões Chegaram e morderam o polvo, com tanta, tanta, tanta, força, que ele parecia um cãozinho a ganir.
A aventura não acabou aqui, porque ainda tenho algo para contar.
O resto daquele dia aventureiro com a Guilhermina continuou a ser espectacular. Ela levou-me para uma ilha linda, muito bonita. Lá, comi cocos deliciosos. No fim do dia, ela levou-me para casa.

Rita Jacinto (5.º B 2010-11)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Histórias trocadas - O galgo e o caracol.











Era uma vez um galgo muito veloz. Esse galgo estava sempre a chatear o caracol.
Certo dia, o caracol desafiou o galgo para uma corrida até à montanha. Partiam às nove horas.
No dia marcado, quando já lá estavam os dois. Um amigo deles deu a partida. O galgo começou logo a correr em grande velocidade, enquanto o caracol ia lentamente.
Passados uns momentos, o galgo parou e encostou-se a um sobreiro. Olhou e não viu caracol nenhum. Decidiu descansar um pouco. Enquanto isso, o caracol ia desesperadamente deslizando ao calor do sol.
Era quase de noite, quando o galgo acordou e viu o caracol quase na meta. O galgo tentou apanhá-lo, mas já foi tarde de mais.
O caracol conseguiu vencer.

Tomás Valente (5.º B 2010-11)

sexta-feira, 26 de março de 2010

Os meus três desejos

- Filha! Já é tarde! Tens de ir dormir!
- Ok! Mãe! já vou!
Fui para a cama e adormeci. Logo depois, ouvi um grande ruído. Fui ver o que se estava a passar e encontrei uma fada.
Ela disse-me:
- Podes escolher três desejos.
Eu, muito assustada, a pensar quais escolheria, respondi-lhe:
- Primeiro, quero que os meus amigos sejam felizes para sempre, porque são muito especiais para mim.
Tlim!!!
- O seu desejo foi realizado.
- O segundo desejo é que mais ninguém passe fome no mundo, porque eles devem sofrer muito.
Tlim!!!
- O seu desejo foi realizado.
- O terceiro é que eu seja feliz para sempre, porque… UPS… não sei!
- O seu desejo não lhe será concedido.
Nisto, ouvi:
Filha! Acorda! - gritava a minha mãe,.
Acordei e percebi que afinal era só um sonho….

Valéria Alves (6º A 2009-10)

quinta-feira, 25 de março de 2010

O Zacarias e a sua bicicleta

O Zacarias era um rapaz pobre.
Um dia, ele encontrou uma bicicleta, e resolveu ficar com ela.
Ele pensou em viajar e viver aventuras com a sua nova amiga.
Assim, o fez. Foi a Lisboa, a Braga e ao Algarve e passeou, ainda, por muitos mais lugares.
Certo dia, depois de muito viajar, foi pedir a uma pensão um copo de água. O patrão da pensão perguntou-lhe quem era e o que fazia ali.
Ele disse-lhe que se chamava Zacarias e que andava a viajar e a viver grandes aventuras com a sua bicicleta.
Quando a empregada voltou com o copo de água, o patrão disse-lhe que o podia abrigar na pensão gratuitamente.
O patrão foi para o seu escritório e decidiu telefonar à estação de televisão TVI. Avisou-os que na sua pensão estava abrigado um grande aventureiro.
O Zacarias tinha ido dar uma volta pela cidade, quando chegou à porta da pensão, estava lá um jornalista da TVI que lhe pediu, se podia fazer-lhe uma entrevista.
O Zacarias concordou. O jornalista fez-lhe a entrevista e foi transmitida pela televisão.
O Zacarias ficou muito famoso e ganhou muito dinheiro.
Arranjou mulher, filho e mais duas bicicletas. Continuaram a fazer viagens e a viver aventuras

Miguel Correia (6.º D 2009-10)

sábado, 13 de março de 2010

Gaivota


Era uma vez, uma gaivota que voava, voava, voava por cima de Albufeira.
Andava sempre a voar. Procurava peixe. Ela não gostava muito de pescar peixe na praia. O que ela gostava era de ficar poisada em cima dos telhados das casas e procurar peixes fritos ou grelhados dos restaurantes vizinhos.
Certa altura, ela teve azar. Passou dias sem comer.
O seu amigo Teté Voador encontrou-a e perguntou-lhe porque é que ela estava com cara de quem não comia peixe há dias.
Ela respondeu-lhe que estava tão fraca que já não conseguia apanhar peixe frito ou grelhado
Seu amigo Teté Voador convidou-a a voar com ele até à Praia dos Pescadores para poderem lá pescar uns peixitos.
Esfomeada e fraca a gaivota lá partiu com o seu amigo.
Mas, as coisas na praia não foram nada fáceis. A gaivota não sabia pescar no mar. O seu amigo Teté ensinou-a a pescar.
Depois de algumas tentativas ela lá conseguiu pescar um peixe. Soube-lhe muito bem.
Agora, ela vai todos os dias à praia pescar o seu peixito.

Idelfim Veiga (6.ºD 2009-10)